segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Sertanejo Eduardo Costa está com dengue: “É a pior sensação do mundo”

Cantor comentou sobre seu estado de saúde nas redes sociais

Do R7

 

Eduardo Costa conta que está com dengue, nas redes sociaisReprodução/Instagram
Nesta madrugada, Eduardo Costa usou sua página nas redes sociais para contar aos seus seguidores que está doente. O sertanejo escreveu que está com dengue.
— Depois de três horas no hospital, finalmente em casa. Estou com dengue e com virose juntos…. to custando a dar os passos, é a pior sensação do mundo. Impotência total, ,mas vou tentar fazer o show.
Eduardo Costa ainda publicou foto em que aparece deitado na cama.
 
Eduardo  ainda recebeu a visita de Leonardo e sua esposa Poliana Rocha ontem e postou em seu Twitter:

@eduardocosta
O meu maior ídolo é hj um dos meus melhores amigos...vida longa ao Léo, e td sua família. Te amo Emival.

Leonardo anuncia gravação de DVD em comemoração aos 30 anos de carreira

 


Reprodução: André Piunti | Universo Sertanejo

Nos dias 18 e 19 de dezembro, no Atlanta Music Hall, em Goiânia, Leonardo grava o DVD em comemoração aos seus 30 anos de carreira.
 
O repertório terá uma seleção de Leandro e Leonardo, uma outra seleção da carreira solo, e algumas canções inéditas, o que lembra um pouco o formato do DVD anterior.
O que chama a atenção desta vez são os convidados. Leonardo não economizou nos convites: Jorge e Mateus, Eduardo Costa, Bruno e Marrone, Gusttavo Lima, Zé Ricardo e Thiago e Cristiano Araújo.
 
Quando soube da gravação, a primeira coisa que imaginei foram aqueles shows em que os artistas mais se divertem no palco do que cantam, principalmente por se tratar de Goiânia, onde muitos se sentem em casa (quase todos os convidados moram lá).
 
No entanto, já me informaram que o Leonardo está firme nos ensaios, justamente pra que o DVD não demore mais do que uma gravação padrão costuma demorar.
Quem tiver condições de ir, vai assistir a uma festa e tanto.
 
leodvd

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sertanejo Raiz ou Sertanejo Universitário?


Entra em pauta nos dias de hoje que as  modificações dentro do gênero musical têm provocado muitas confusões e discussões no país a cerca do que seria música caipira/sertaneja. Críticos literários, críticos musicais, jornalistas, produtores de discos, cantores de duplas sertanejas, compositores e admiradores debatem sobre as quais seriam as formas artísticas de expressão do gênero, que levam em conta as mudanças ocorridas ao longo de sua história. Muitos estudiosos seguem a tendência tradicional de integrar as músicas caipira e sertaneja como subgêneros dentro um só conjunto musical, estabelecendo fases e divisões. No entanto, consideram "música caipira" e "música sertaneja" gêneros completamente independentes, baseado na ideia de que a primeira seria a música rural autêntica e/ou do homem rural autêntico, enquanto a segunda seria aquela feita, como "produto de consumo", nos grandes centros urbanos brasileiros por não-caipiras. Outros autores estendem o conceito de música caipira/sertaneja ao baião, ao xaxado e outros ritmos do interior do Norte e Nordeste

Se for adotado o critério de que música caipira e sertaneja são sinônimos, pode-se dividir este gênero musical em alguns subgêneros principais: "Caipira" (ou "Sertanejo de Raiz"), "Sertanejo Romântico" e "Sertanejo Universitário", o que incomoda algumas pessoas, uma vez que a maioria é adepta ao “Sertanejo Raiz”. Existem inumeras firmações para esse incomodo, como: “Musica deve ser feita com dois cantores, viola, violão e sanfona” ou “Esses universitários deveriam se formar logo, musica de verdade não tem essa extravagancia toda”.

Mas tambem existem pessoas que pensam extremamente ao contrário, uma vez que gostam da nova “modelação” do “sertanejo raiz”.

Percebemos em vários shows artísticos por todo Brasil que os cantores dessa remodelação, em algum momento da apresentação, “voltam no tempo” e acaba interpretando musicas de todos os estilos, uma vez que o publico brasileiro é bem exigente.
E você o que acha sobre o sertanejo?

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Thaeme apresenta seu novo parceiro

Fonte:Assessoria de Imprensa
 
Cantores conversam com a imprensa e falam sobre o futuro da dupla
 
 
 
Cantores conversam com a imprensa e falam sobre o futuro da dupla
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Thaeme finalmente apresentou seu novo parceiro. A divulgação foi feita durante uma coletiva de imprensa realizada hoje, dia 11 de novembro, no escritório da dupla. O escolhido, como muitos já especulavam, foi Guilherme Bertoldo, ex-vocalista do Grupo Tradição, que a partir de hoje adota o nome Thiago Bertoldo.
 
A mudança na dupla aconteceu por conta de uma falta de afinidade musical entre Thaeme e Thiago Servo, seu ex-parceiro. Logo após o anúncio da separação, Thaeme e seus empresários, entre eles Fernando e Sorocaba, já começaram a pesquisar nomes para a substituição. “Eu já conhecia o Thiago há muito tempo, mas a ideia de chamá-lo para a dupla foi do Fernando”, relembra Thaeme.
 
Para Thiago, receber o convite foi uma honra. “Fiquei muito feliz por lembrarem de mim em um momento desses. Só de citarem o meu nome já fiquei realizado.” Quanto ao Grupo Tradição, Thiago explica que já pensava em outros rumos para a carreira: “Já existia a ideia de sair do Grupo e formar uma dupla com meu irmão, então, quando surgiu o convite, não tive dúvidas”. Para quem pensa que o irmão ficou chateado, ele será o novo baterista da banda de Thaeme e Thiago. “O fato de poder trazer o meu irmão comigo, me deixou ainda mais motivado”.
 
Quando perguntado sobre o antigo Thiago Servo, ele é claro: “Procuro não fazer comparações, cada artista tem a sua cara, e a minha tem tudo a ver com Thaeme e Thiago”.
 
A parceria entre eles é visível e os dois afirmam ter muito em comum. “Além do lado musical, eu também me importo muito com a essência, a educação e o lado familiar da pessoa, e nisso o Thiago é bem parecido comigo”, conta Thaeme.
Quanto ao futuro, a dupla confirma a gravação do DVD, mas não define data. “Essa é uma característica em comum, nós dois gostamos de fazer tudo com carinho e sem pressa”, explica Thaeme.
 
Agora, a dupla se prepara para seu primeiro show com a nova formação, que será no dia 14 de novembro, quinta-feira, em Cordislândia, Minas Gerais. Se depender da vontade de Thiago Bertoldo, a nova fase tem tudo para ser um sucesso: “Estou disposto a dar o meu melhor”.

Siga o Thiago Bertoldo nas redes sociais: Instagram
@ThiagoTeT e Twitter @ThiagoTeT.

 
 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Entrevista: Paula Fernandes, empresária.

André Piunti | Universo Sertanejo

Paula Fernandes recebeu a imprensa, no final do mês passado, pra falar de seu novo projeto: o CD/DVD “Um ser amor”, lançado com a assinatura do Multishow.
Muito do que ela falou por lá já pôde ser lido por aí, do fato de o trabalho ser mais uma vez autoral até a história de que “Um ser amor” foi composta, segundo a própria, a um ex-namorado que a fez sofrer.
Logo que começamos a entrevista, ela citou o termo “empresária”, referindo-se ao fato de comandar a própria carreira. Era um assunto, como foi possível confirmar na coletiva logo depois, que ela pretendia abordar.
Foi nesse ponto que foquei a conversa, e então saiu uma revelação que serve a muitos que estão procurando ajuda e espaço: está nos planos dela, sim, ajudar artistas novos em seu escritório.
Pela primeira vez depois de chegar ao topo, Paula lança um trabalho sozinha. Com todo o amparo da Universal Music, claro, mas somente com seu próprio escritório por trás, o “Jeito de Mato”. Até o final do ano passado, ela possuía vínculo com a Talismã, da qual se separou após um desenrolar que todos se lembram.
Abaixo, a conversa que tive com ela.
 
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Por eu ter viajado com você na turnê da África, muita gente me pergunta quem manda na sua carreira. Se você realmente dá a palavra final, se é a gravadora, seu irmão que trabalha com você, se é sua mãe, sempre próxima…
 
No final das contas, a última palavra é minha. Por eu ser reservada acho que as pessoas têm essa curiosidade. Não é uma questão nem de poder não, é uma responsabilidade. Imagina, eu que dou a cara pra bater, eu que que tô lá na frente, então eu tenho que assumir o que acontece atrás de mim.
Quando acontecem erros, e claro que acontecem, eu posso chegar no profissional responsável e cobrar, porque sei que minha parte eu fiz. Eu tenho alguns braços sim, tenho pessoas que me ajudam, pessoas responsáveis próximas, mas sempre passa por mim. Não é porque eu gosto de mandar não, é porque é minha cara que está lá na frente.
 
Você tem dito agora que também é empresária, já que a “Jeito de Mato” é o único escritório que responde por você…
 
Eu tô tentando, tô tentando… (risos)
 
Empresariar um artista novo é uma intenção?
 
Eu vou fazer isso, é um plano pra mim. Não vou dizer que estou correndo atrás, procurando, por que acredito que esse não seja o caminho. Eu acredito que vá surgir um nome, eu vou me identificar com o trabalho e a partir daí, vou poder oferecer toda a minha estrutura não pra forçar alguém a fazer sucesso, mas pra poder dividir minhas experiências e assim ajudar. Temos uma estrutura muito boa hoje, não vejo problemas em trazer alguém pra junto de nós.
 
Você imagina que vão sair procurando você a partir dessa declaração, né?
 
Mas a gente recebe trabalho sempre, você sabe como é. Como eu te disse, eu não tô correndo atrás, acho que isso vai ter seu momento ainda, e aí quando surgir algo que me encante, eu vou dar mais atenção a esse assunto.
 
Seu primeiro DVD já tinha uma estrutura grande para o tamanho de artista que você era na época. O novo DVD, mais uma vez, é algo grandioso. Por que a ideia de manter a linha de grande espetáculo e não algo mais intimista, talvez, como outros artistas estão fazendo?
 
Eu quis que novo trabalho desse continuidade a tudo que eu construí e mostrasse às pessoas o que se passou com a Paula Fernandes desde que aquele primeiro DVD saiu. Você sabe que eu gosto de oferecer um espetáculo que vai além de cantar, gosto de mostrar histórias, tenho as trocas de roupas que marcam mudanças na sequência do show. Eu queria que o DVD fosse fiel ao que eu sou, ao que eu quero oferecer ao público. Foi um desafio, colocamos grama natural no palco, criamos um lago, mas tudo isso vale a pena na intenção de apresentar um espetáculo de qualidade.
 
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Na sua última ida ao Faustão, você pareceu muito natural, muito à vontade. Quem te acompanha, percebeu uma evolução em relação a outras participações…
 
Minha carreira não foi um produto pensado. Eu sou isso, e acho que as pessoas entenderam, e quem não entendeu ainda, vai entendendo aos poucos. Meu papel hoje é administrar pra que essa naturalidade esteja sempre em primeiro lugar. Eu sou uma pessoa tímida, mas hoje tenho alguma intimidade com o Faustão, temos uma amizade, por isso nas visitas ao programa eu vou ficando mais à vontade.
Eu trabalho 24 horas pra isso, vivo o que eu amo fazer durante o dia todo. O que eu ganho, a questão financeira, fica muito lá atrás. As pessoas tem muita fissura nisso, uma curiosidade em saber quanto você ganha, o que você compra, e não é isso que traz a felicidade. O que me traz felicidade são as realizações, e nem sempre o dinheiro está relacionado a elas. Eu tenho um relacionamento com uma pessoa muito querida, tenho meus amigos, pouco amigos, mas que são de verdade. Estou mais equilibrada, consegui uma maturidade, e isso não é uma questão financeira.
 
Uma das críticas que você mais deve ter ouvido quando começou a ganhar espaço foi de que seu show era muito lento, muito romântico, muito parado. Você bateu de frente e seguiu sem grandes mudanças…
 
Eu superei isso, acho que consegui provar que havia um preconceito nessa ideia. É claro que eu ouço críticas e aproveito as que eu vejo que são sinceras, mas acredito que muita gente exagerava. Hoje as trocas de roupa são mais rápidas, e eu ofereço conteúdos enquanto não estou no palco.
Sobre o show ser lento, é só alguém assistir ao meu show atual que vai ver que ele não é lento. Tem minha parte dos modões, parte do forró, eu danço, faço vários estilos diferentes, e claro, também tem a parte romântica. As pessoas tem uma mania de criar personagens. Paula é o show de balada romântica. Ponto, aí todo mundo começa a repetir isso. Eu acreditei no que eu fazia e hoje consegui vencer esse preconceito.
 
Você não concorda quando dizem que você é artista pra fazer show em teatro?
 
Claro que não. Artista tem que tocar pra todo tipo de público. Seja em teatro, em feira, rodeio. Eu canto em todos os lugares com o mesmo prazer, não acho que a gente tenha que se limitar dessa forma.

sábado, 9 de novembro de 2013

O IBOPE disse que o sertanejo é amusica do Brasil. O que isso significa?

 
André Piunti | Universo Sertanejo 

O IBOPE divulgou, durante a semana, uma pesquisa chamada “Tribos Musicais”.
A pesquisa foi focada nas principais capitais e nas regiões metropolitanas.
De acordo com os dados coletados, 73% dos brasileiros ouvem rádio. Os ouvintes de rádio nas principais capitais e regiões metropolitanas ouvem os seguintes estilos musicais:
-Sertanejo 58%
-MPB 47%
-Samba/Pagode 44%
-Forró 31%
(Os números superam os 100% pelo fato de, obviamente, as pessoas ouvirem mais de um estilo, e não somente um ou outro).
A pesquisa completa com todos os estilos pode ser conferida aqui. Sugiro também a matéria que a Época fez sobre o assunto, apesar de discordar quando o autor diz que o cenário era diferente nos anos 1970.
O country teve 12%, só a título de informação.
 
 
IBOPE
 
 
Com os números acima e com o que a gente já sabe, faço os seguintes comentários:
-O Brasil é sertanejo nos interiores e nas capitais (pra nós, nenhuma novidade, mas há quem se espante).
-O samba e o pagode foram colocados juntos na pesquisa. Separados, sairiam das primeiras posições, mostrando que o Forró tem mais força.
-O que as cerimônias de abertura e encerramento da Copa do Mundo do ano que vem vão mostrar ao mundo? O velho papo de que o Brasil é samba e carnaval? Ou o Brasil do sertanejo, do forró, do povo, o real?
-A pesquisa diz também que o interior do Sul/Sudeste é 72% sertanejo. É mole?
-Sempre há artistas sertanejos tentando fugir do título “sertanejo”. Será que a estratégia é inteligente?
-Críticos disseram que essa nova onda de funk iria tomar o lugar do sertanejo. Sério. Não repercuti nenhuma manifestação do tipo por achar que só criaria uma conversa boba a respeito de algo que não tem fundamento. A pesquisa, que põe o funk com 17%, é uma boa resposta.
-O axé, com quem a concorrência do sertanejo já foi grande, aparece como o 8º ritmo mais ouvido.
-A velha MTV chegou a alegar que o sertanejo não agradava aos jovens urbanos consumidores da emissora, por isso o gênero continuaria sem ter espaço na emissora. Então tá.
-Pra nós, que gostamos e acompanhamos a música sertaneja, a pesquisa não traz nenhuma surpresa. Mas as reações aos resultados continuam engraçadas: a pesquisa foi pouco tratada na mídia. Quando foi, ou foi sob uma euforia como “nossa, o Brasil ouve muito sertanejo, que novidade!”, ou como uma obrigação das mais dolorosas, não dando tanta importância ao gênero que ficou em primeiro lugar.
Os números servem também pra nos lembrar de que, por mais que exista uma preocupação com as condições atuais do mercado e da qualidade musical, a força do sertanejo segue muito em alta.
Vale a pena conferir o estudo completo. Clique aqui.

E a música do Ponto G?

 


 
Por: André Piunti | Universo Sertanejo
 
A canção tem ido bem em algumas regiões, mas muito bem principalmente em Goiás.
Em letra e melodia, é uma das grandes surpresas do ano. Merece, se não estourar, ao menos ficar conhecida do grande público. Claro, já tem artista grande em cima.
Há quem ache a letra um pouco “erótica”, o que a atrapalharia na rádio, mas há tanta coisa apelativa tocando, que não dá pra classificar uma música bonita dessas em alguma categoria ruim.
A composição “Ponto G”, dos Nonatos (cheios de boas composições), vem rodando nas vozes de Edy Britto e Samuel, dupla que conta com a supervisão do Rick, que inclusive participa do clipe, lançado em junho. Quem não conhece, a canção segue abaixo.
 
 
 

 
 
Na semana passada, a música ganhou uma nova versão. Nas vozes de Felipe e Falcão, a canção ganhou outro corpo, adaptada ao estilão de cantar da dupla, e ficou também muito legal.
 
 

 
 
E não parou por aí. A grande virada da música, no entanto, ainda parece estar por vir. Quem acabou de incluí-la no repertório foi Gusttavo Lima. Ela fará parte do novo CD do cantor, com lançamento previsto para o final do ano.
No Villa Mix de Goiânia, realizado na semana passada, ele a tocou em seu show, como pode ser visto abaixo.
 
 
 

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